Então é Natal + Comentários

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Bom fiquei meio na dúvida se faria ou não um post aqui no blog, mas como a blogosfera está nessa vibe natalina resolvi entrar e desejar a vocês leitores um Feliz Natal *-*  E sem Feliz Ano Novo porque eu odeio quem junta as duas datas, o ano já está pra acabar e ainda ficam antecipando.  Enfim… depois que crescemos percebemos que o natal na verdade não é nada mágico e não existe renas, nem trenós ou Papai Noel. E sim muitas despesas e desejos não realizados enfim, espero que vocês consigam ou ganhem o que pedirem de Natal.

Como não podia simplesmente vim aqui e escrever isso, vou deixar aqui minha humilde opinião sobre dois mangas que li ultimamente.

  1. Kuroko no Basket: Sim ele mesmo o que recomendei que não lessem e estava corretíssima em dizer isso, e continuo dizendo não leiam, porque é viciante, de algum modo sempre fico curiosa pelo próximo passe mirabolante que o autor vai criar ou técnicas impossíveis e o melhor de tudo as explicações que ele da pra tudo isso. Sem complementar o desenho, nível master de mangaká. Desculpa estou aqui só esculachando o manga em si como “arte” porque no geral a estória e desenvolvimento dos personagens com suas habilidades cresceu muito o autor soube trabalhar isso muito bem. E pra quem assisti o anime e está irritado com três episódios de uma mesma partida, não se preocupe no manga ele consegue levar capítulos e mais capítulos em uma mesma partida (já disse muitas mesmo?).

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Finalmente a Seirin está enfrentando a Rakuzan, bom se eles chegaram até aqui já devem imaginar o que aconteceu certo? Nem vou considerar isso como um spoiler. O ápice desses capítulos tem sido o foco individual de cada jogador em lidar com suas habilidades individuais quando confrontados, já que o adversário meio que “prevê” o que eles farão, mas de forma fria e calculista sem margem de erros. Com tantas vitorias eu aposto que a Seirin perde pra Rakuzan, se bem que o autor pode trabalhar o Capitão olhos de cor diferente (carinhosamente apelidei assim) da mesma forma que vem fazendo com o resto da geração dos milagres, mas isso é só uma suposição minha, preciso de mais duas páginas para ter absoluta certeza do final. Mas o autor ainda vai conseguir enrolar mais um volume nessa partida, o que não é absolutamente ruim já que com isso podemos ver uma amplitude nas táticas técnicas da Seirin e novos jogadores em campo. Voltando ao ex capitão da Teiko o famoso “olhos do imperador”, tivemos uns capítulos de flashback do antigo time da geração dos milagres e toda a estória do por trás da promessa, relação do Kuroko com a geração milagrosa, um amigo de infância (do Kuroko) e o Capitão.
Quando eu li o capitulo 242 fiquei aterrorizada com o novo sexto membro fantasma, uma “cópia” melhorada e bem melhorada do Kuroko. Basicamente temos que aguardar a reação do Kagami e do Kuroko em relação a isso, já que os passes do Kuroko não servem contra o time Rakuzan, porque foi o capitão que induziu esse estilo fantasma no Kuroko então ele mais do que ninguém conhece as táticas. Mas o capítulo 243 em si foi bem morno sem sal sem sal, nada a acrescentar.

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Vagabond: O que recomendei no post de recomendações (redundante?), e espero que tenham levado a sério e lido porque definitivamente é muito bom, não só porque o Inoe elabora muito bem o manga em termos históricos (já que a obra se baseia de fato na vida real de um espadachim) mas também as muitas metáforas de vida ao longo do manga. Ainda não tive a oportunidade de ler o livro em que Inoe se baseia para compor sua obra, mas já dei uma boa pesquisada nos fatos históricos e ele modificou algumas coisas na obra, que no meu ponto de vista a deixou mais interessante aos olhos dos leitores ou tirou o total “realismo” da obra, isso vai da opinião de cada um. Atualmente o manga vem sendo serializado corretamente sem longos hiatos e por isso como disse no post anterior, o desenho do autor tem uma leve queda.

Para quem lê Vagabond sabe que o manga está chegando ao fim, mas eu tenho certeza que ainda vai demorar mais um ano ou dois, se voltarmos a época dos hiatos. Para realmente chegarmos a batalha épica, que é o que mais importa, Takezo contra Kojiro. Particularmente eu sou mais fã do Kojiro do que do próprio Takezo, mas não quero explicar isso aqui, quando fizer uma review do manga explico melhor.
No capítulo dos Gafanhotos  (308) novamente temos uma pequena metáfora e Takezo “voltando” as suas memórias de batalha. O interessante é ver e tentar compreender uma época e um sentimento que não vivemos/presenciamos, é algo dificílimo de se mostrar em quadrinhos, porque a maior parte de interpretação é do próprio leitor. Claro que o autor tem uma mensagem a passar, mas os vários pontos de vista sobre uma mesma perspectiva é que torna tudo diferente. Por exemplo nessa fase do manga temos Takezo como pai, como agricultor, como uma pessoa “normal” longe das batalhas, em busca de sua resposta. Ao mesmo tempo em que ele é confrontado com sua verdadeira natureza. O manga nos faz pensar (pelo menos eu penso) em vários questões do porque lutar. Somente para sobreviver, uma questão de honra, para ser o mais forte, para proteger alguém? Enfim… Takezo teve ou achava que tinha os motivos dele, que durante muito tempo ele achou que fossem os corretos e de repente ele percebe que não é muito bem o que ele achava, nessa fase da história ele está com 27 anos, faltando apenas três anos para batalha contra Kojiro, e quando ele vai de encontro a Kojiro, ele já tinha sua “resposta” ou talvez não, já que em alguns capítulos anteriores ele já tinha dito que gostaria de ser puro que nem Kojiro. O que importa é que essa nova fase de sua vida lhe causou um amadurecimento real sobre o mundo em que vivia, plantar as coisas e esperar dar frutos é mais ou menos como na vida, aquele velho ditado: “você colhe o que planta“.A tradução em inglês está mais adiantada, mas falei até onde possam ler em português mesmo.

É isso, espero que tenham um Feliz Natal e desculpem a falta de atualização por aqui e esses comentários, mas nunca comentei capítulo de manga nenhum, além de ser difícil comentar alguma coisa sem narrar, então tentei deixar minhas impressões juntando alguns capítulos a mais, enfim se gostarem se comuniquem comigo no twitter (vocês só falam comigo por lá mesmo). Não esqueçam de curtir a fan page do blog.

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